terça-feira, 21 de setembro de 2010

Nossa parte!




Sem a dimensão real do que vai por dentro de nós, somos passageiros com o mesmo destino, vamos seguindo...
A estrada, por vezes, é tortuosa, esburacada. O pó da dificuldade compromete nossa visão e durante o trajeto nos surpreendemos com nossa face banhada por lágrimas em inúmeros momentos.
Mas o nosso foco deve ter outro norte. Devemos nos deter numa outra dimensão, num olhar no que vai de positivo inundando o coração.
Daí verificamos que quando sorrimos para as pessoas, estas tendem a sorrir também.
E quando nos alegramos, um oceano de paz chega e permanece nos banhando em suas águas.
Eu acredito em dias melhores e você, se ainda não acredita, deveria pensar melhor nessa real possibilidade.
Sei que é difícil, vendo tantos males assombrarem os nossos dias, mas vejamos, por outro lado, quantas dádivas são recebidas no calor das mais complicadas provações.
Quantos exemplos de bondade surgem das situações mais inusitadas?
Culturalmente encontra-se impregnada na maioria dos seres, a mania de lastimar aos quatro cantos, de chorar pelo leite derramado, antes mesmo que a vaquinha tenha sua prole.
Somos crianças acostumadas a reclamar do mundo e, neste burburinho, vamos esquecendo de agir, de realizar a nossa parte, de reavaliar nossas próprias dificuldades.
Dia 22 de setembro temos um movimento que clama por deixarmos nossos carros de lado e usarmos a bicicleta ou até mesmo os nossos pés.
O mundo suplica por nossa transformação!
A gente reclama do governo, do vizinho, do cachorro, grita e esbraveja, clamando soluções, mas se esquece de que o mundo só se transformará se TODOS nós, sem exceção, fizermos nossa parte.
Não é fácil deixar o conforto de nossa acomodação, mas tudo é um exercício e depende da vontade de cada um.
Vamos lá, é isso que eu peço hoje, vejamos qual nossa parcela e façamos a diferença!

beijinhos, eu amo ocêis tudo!

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